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Exame Pélvico

autor:
B. Phipps
Clinical Nurse Specialist
Última Revisão: 26/02/2003


É um exame interno que pode ser realizado e procura avaliar o estado dos órgãos pélvicos, ex. a posição, tamanho e forma do útero e ovários.
  • Fazer um exame pélvico
  • O que é que se analisa?


Fazer um exame pélvico

Esta investigação é realizada na clínica e não requer instrumentos especiais.

A mulher necessita retirar a roupa da parte inferior do corpo e colocar uma bata. Deita-se de costas sobre a marquesa e pede-se-lhe que dobre os joelhos colocando os calcanhares juntos permitindo que as suas pernas se relaxem. O médico inserirá dois dedos enluvados dentro da vagina enquanto utiliza a outra mão para sentir a área externa da parte inferior do abdómen. O exame bimanual permite ao médico estabelecer uma impressão inicial do tamanho, posição e forma dos órgãos pélvicos assim como notar a presença de alguma massa ou sensibilidade.

Este exame é um dos quais com que se pode obter um diagnóstico imediato indicando que outras investigações/cuidados, podem ser necessários.

O que se analisa?



Figura 1


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Ecografia

autor:
B. Phipps
Clinical Nurse Specialist
Última Revisão: 26/02/2003


Um exame que pode realizar-se de duas maneiras. Uma maneira é usando uma sonda sobre o abdómen - ecografia transabdominal. A outra forma é inserindo a sonda dentro da vagina - ecografia transvaginal. Em ambos os exames usam-se ondas de som para produzir ecos dos órgãos pélvicos, resultando numa visão precisa do estado dos órgãos internos.
  • Fazer uma ecografia
  • Objectivo de uma ecografia
  • Imagens obtidas com este exame


Fazer uma ecografia

A mulher retira a roupa da parte inferior do corpo e veste uma bata. Deita-se de costas sobre a marquesa. Se a ecografia for transvaginal pede-se que coloque os pés nos estribos. A sonda coloca-se quer dentro da vagina ou na parte inferior da parede abdominal. Este exame é relativamente não invasivo, indolor e bem tolerado. Se se fizer uma ecografia transvaginal pode verificar-se algum incómodo mínimo associado com a presença da sonda na vagina.



Figura 2




Figura 3


Objectivo de uma ecografia

O exame traz uma informação mais detalhada da anatomia pélvica e do útero. O tamanho total do útero, assim como das suas capas individuais podem ser determinadas. A medida do revestimento por si só, pode indicar a presença de alterações celulares anormais. Anormalidades estruturais do útero como os polipos, fibróides e tumores também podem ser diagnosticados. Os ovários podem ser visualizados e medidos e determinar-se a presença de quistos ou de tumores. A vantagem deste exame é que a mulher pode ser mais fácil e mais rapidamente analisada com um exame relativamente não invasivo. A grande maioria destas mulheres não requererá estudos posteriores. Enquanto que as poucas que tenham anormalidades específicas e que necessitem de investigações adicionais poderão fazê-las mais cedo. É uma medida custo efeito que elimina a necessidade de que todas as mulheres se submetam a práticas mais invasivas.



Figura 4 - Ecografia transvaginal do útero mostrando o eco endometrial




Figura 5 - Instilação salina, sonohisterografía, mostrando um polipo endometrial.
Courtesy of Mr N Amso, University Hospital of Wales, Cardiff


Imagens obtidas deste exame



Figura 6 - Visão histeroscópica de um endométrio atrófico numa mulher pós menopáusica




Figura 7 - Visão histeroscópica de um polipo fibróide




Figura 8 - Visão histeroscópica mostrando um polipo carnoso na parede uterina lateral direita


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Última actualização: 05/09/2003