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autor:
B. Phipps
Clinical Nurse Specialist
Última Revisão: 26/02/2003
É uma simples técnica não invasiva para determinar a densidade óssea de um indivíduo.
- Fazer uma densitometria óssea
- A informação que se obtém com este exame
Fazer uma densitometria óssea
É uma técnica indolor, e não invasiva, que utiliza uma pequena quantidade de radiação para poder analisar a densidade óssea. Este produz poucos inconvenientes à mulher. Não há necessidade de despir-se para a prova, ainda que seja importante assegurar que a roupa esteja livre de botões, cintos ou fechos metálicos. É importante evitar um soutien com armação e remover qualquer jóia da área a analisar (anca e coluna) ex. um piercing corporal.
A mulher deverá deitar-se de costas sobre a mesa de scanner. Para a parte espinal pedir-se-lhe-á que eleve as suas pernas sobre uma almofada. A prova da anca é em posição com ambas as pernas sobre a mesa e rodando um pouco as pernas, com o pé firme numa posição. Dependendo do tipo de equipamento o exame total pode fazer-se em 20 minutos.
Figura 1
A informação que se obtém com este exame
A densidade óssea de um indivíduo, usualmente de dois sítios, a anca e a coluna, é avaliada durante este exame. O computador compara os dados tomados do indivíduo com os de uma população similar, tanto como está a população agora assim como deveria ser em adultos jovens. A determinação de uma população semelhante utiliza indivíduos que são da mesma idade, género, etnia, altura e peso. Desta maneira é possível avaliar se os ossos da pessoa analisada podem ser classificados acima, abaixo ou no raio normal de densidade óssea.
Se a prova se realiza próximo da época da menopausa pode reportar sobre como a herança genética individual, factores de saúde e estilo de vida afectaram a sua densidade óssea. Também fornece uma leitura basal contra a qual se possa comparar no futuro. Desta maneira aquelas mulheres que não optem por tratamentos como la terapia de substituição hormonal podem monitorizar a evolução da sua perda óssea no tempo. Enquanto que as mulheres que optem por uma medicação específica para manter ou melhorar a sua saúde óssea, poderão monitorizar juntamente com o seu médico a efectividade ou adoptar outras opções terapêuticas. Os resultados obtidos com este exame podem capacitar os clínicos para calcular o risco futuro de uma fractura.
A densitometria óssea é uma ferramenta invaliável, permitindo à mulher menopáusica tomar decisões dum ponto de vista mais racional e significativo.
Novos métodos para determinar o risco individual de osteoporose estão ainda em desenvolvimento. Estes métodos utilizam scanners de ultra-som, quando a densidade óssea é determinada no calcanhar. Estas máquinas são consideravelmente mais económicas que os densitómetros habituais, infelizmente não se considera que os dados obtidos com estes ecógrafos ofereçam uma avaliação detalhada e precisa do risco individual. Estes scanners devem ser considerados como de utilidade adjunta aos questionários e conhecimentos do passado de um indivíduo e do estado de saúde actual para determinar o risco de osteoporose. Tendo estabelecido o grau de risco elevado ou médio devem fazer uma densitometria convencional.
Figura 2
Figura 3
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